Singapura

Início de junho descobrimos um show que queríamos ir… em Singapura.

Como viajar entre os arredores é relativamente fácil, não podíamos deixar de ir.

Como o vôo saía de Bangkok dia 4/6, resolvemos ir novamente de trem para lá, com o mesmo tipo de trem que pegamos da outra vez. Porém, desta vez escolhemos a primeira classe, que seria uma cabine só para nós e uma pia. Pagamos em torno de 100 reais por pessoa e estávamos prontos para termos uma excelente noite de viagem, baseados na experiência anterior. Mas dessa vez não foi tão boa pois vimos algumas baratinhas passeando pelo nosso “quarto”. Quem disse ser possível dormir com tranquilidade nessas situações?

Mas, chegamos cedo e fomos de taxi para nosso hotel, que foi uma excelente experiência (o hotel, não o taxi, já que ninguém queria nos levar por ser “perto demais”, se fazendo de desentendidos que não conheciam a região ultra popular). A diária no Tara Place foi de uns 110 reais foi considerada cara para nós em primeira impressão, já que pagamos menos da metade em Chiang Mai. Mas em Bangkok, coisas razoáveis (ar condicionado, boa localização, quarto com janela) em cima da hora, é difícil de conseguir. Mas que ótima escolha. Alta qualidade. Estávamos perto da famosa Khaosan Road, cheia de turistas, bares, bugigangas, mas longe suficiente para termos sossego. Muitos restaurantes vegetarianos ao redor. Alegria alegria.

Foram apenas 2 dias e rumamos a Singapura. E de primeira impressão (que depois vimos que de segunda, terceira, quarta, etc, também) adoramos. A maior parte da cidade é super limpa, pessoas educadas, sensação de segurança gigantesca. Lá é proibido a venda e o consumo de chicletes (a não ser para fins medicinais) e essa proibição é diretamente ligada a manter a limpeza da cidade. É um país cheio de rígidas regras mas, sinceramente, não me pareceram difíceis de seguir, já que a grande maioria é de bom senso mesmo. Tráfico de drogas é punido com morte. Atravessar a rua fora do sinal pode dar multa. Jogar lixo no chão também. Comer ou beber dentro do sistema de metrô idem. Todas as pessoas nativas que conversamos por lá falam inglês fluente, mas é um local com muitos estrangeiros.

A cidade/país, se divide em tantos diferentes estilos. Ficamos em diversos locais, assim pudemos explorar vários cantos. Nosso primeiro hotel, 85 Beach Garden Hotel foi uma tortura. Pagamos em torno de 140 reais/dia para um lixo, sem janela, fedendo a mofo (e visualizando-o também). Aguentamos uma noite e ainda tivemos que pagar mais 40 reais por dia para ter um quarto com janela (já que eles não devolviam o dinheiro). Assim abríamos a janela do quarto e entrava o cheiro de fritura do restaurante de baixo… o que ajudava a mascarar o cheio de mofo. Obviamente isso serviu de impulso para passarmos o dia inteirinho na rua.

Quarto AirbnbApós isso descobrimos um quarto disponível para alugar via Airbnb. Um pouco mais barato que o hotel capenga e excelente qualidade. E com cozinha para abusarmos dos queijos vegans que encontramos a venda por lá (desde a Nova Zelândia que não fazíamos essa orgia gastronômica gordurosa). Após isso também nos hospedamos em um hostel no bairro Little India, chamado Vintage Inn. Bem interessante, em torno de 115 reais o dia. Eram camas em “cápsulas”, com uma cortina para manter a privacidade. Tudo limpinho e silencioso, bom para curtos períodos.

Exploramos muito a cidade e ainda não conseguimos ver tudo. Ah, e o show era da banda La Dispute. 🙂

 

1 Response

  1. 7 de August de 2014

    […] de ficarmos mais de 3 meses em Chiang Mai (salvo duas viagens curtas no meio tempo, uma para Singapura e outra para Malásia) resolvemos nos mexer. Três meses é o suficiente para começar a se sentir […]

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